Silvia Mecozzi

Vive e trabalha em São Paulo. Filha e neta de pintores, Silvia se formou na FAAP e ampliou sua formação trabalhando em ateliers de artistas no Brasil e na França.

Em sua primeira individual, organizada na Pinacoteca do Estado de São Paulo em 1994, recebeu o prêmio Revelação de Pintura da APCA. Desde 2000, destacam-se as individuais mera esfera espera espinho, apresentada no Museu de Arte Moderna da Bahia, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul e no Espaço Cultural dos Correios (Rio de Janeiro), em 2003, e na Galeria Raquel Arnaud, em 2004;

Em 2005 apresentou ouriças na Estação Pinacoteca (São Paulo) e em 2007 realizou individual na Galerie Sycomore Art, em Paris. Em 2009 integrou a mostra libérer l’horizon, reinventer l’espace na Cité Internationale des Arts (Paris), e expos vídeo – instalação olódòdó, no Museu de Arte Moderna da Bahia (Salvador).

Participou também de inúmeras exposições coletivas desde a década de 1990 entre elas o Traje como objeto de arte, no Palácio das Artes (Belo Horizonte) e na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), ambas em 1990; e Viagens e identidades (United Artists V), na Casa das Rosas (São Paulo, 1999). Entre 2000 e 2008, além de exposições coletivas, como ópera aberta, na Casa das Rosas (2002), e natureza morta / still life, na Galeria de Arte do Sesi e no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (2004), integrou arte contemporânea, uma história em aberto, 2004, transparências (2007) e entre o plano e o espaço (2008), organizadas pela Galeria Raquel Arnaud. Entre 2014 e 2018,integrou o grupo de artistas da galeria Eduardo Fernandes, onde expôs em 2016 a serie foi tão corpo que foi puro espírito. Em 2019 participou de estratégias do feminino no Farol Santander Cultural e da expo coletiva de curadria doas próprios artistas o que não é floresta é prisão política na Ocupação 9 de julho ligada ao MSTC, como forma de defender o movimento através da arte.

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