Madu Almeida nasceu em 1952, São Paulo, Brasil.

Vive e trabalha em São Paulo, S.P. Formação: Comunicação Visual, Faculdade de Comunicações e Arte Universidade Mackenzie.

Principais exposições: 2016 Contos e Ensaios – curadoria Nancy Betts,Galeria Tato. 2015 A Abstração como Imagem- parte2″curadoria Juliana Monachesi, Galeria Tato,SP 2012 Miríades, curadoria Albano Afonso e Sandra Cinto. Projeto Fidalga,SP 2011 Projeto Convivendo com Arte-Conhecendo Artistas- Banco Santander 2009 EmTorno De,Funarte, SP; Carpe Diem Arte e Pesquisa ,Lisboa Pt; Programa de Exposições MARP, Museu de Arte de Ribeirão Preto, RP,SP; 37oSalão de Arte Contemporânea de Santo André, SA, SP. Prêmio Aquisição 37o Salão de Arte Contemporanea Luiz Sacilotto. Madu Almeida produz sua obra por meio da constante reconfiguração de materiais selecionados no seu cotidiano.

Coleciona uma diversidade de objetos que abrange desde pequenos plásticos coloridos, passando por fragmentos de fotografias, recortes de aquarelas e desenhos, etc. A obra é marcada pela linguagem da colagem, seja bidimensional, ou nas peças que assemelham-se às maquetes. Em alguns casos o objeto tridimensional configura-se como a obra, já em outros defini-se como o “modelo” para a obra fotográfica final.

Para produzir as suas obras, a artista não hesita em recortar as belas e minuciosas aquarelas e desenhos já terminados. Torna-se curioso constatar que a obra conhecida e finalizada seja recortada, tornando-se matéria-prima novamente. Nesse processo, há um interesse em desconstruir o mundo que percebe a sua volta, para poder processá-lo e reconfigurá-lo a sua maneira.

Há uma característica lúdica na obra, dada principalmente pelas cores vibrantes e a micro escala dos materiais empregados, onde o olhar busca o reconhecimento aproximado dos pequenos fragmentos. Nesse processo, às vezes encontram-se também alfinetes, pregos, vidros quebrados. Reverte-se aí o enunciado de uma “navegação” puramente prazerosa.

Reafirmando uma imagem/forma fragmentada, transitória e instável em suas colagens e maquetes, a obra possibilita a leitura sobre um certo desgaste e instabilidade na vivência da urbanidade.

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