Gilda Vogt

Gilda Vogt nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1953. Iniciou-se às artes plásticas com aulas de xilogravura, em 1965, com Misabel Pedroza e orientações de Augusto Rodrigues. A partir de 1969, muda-se para São Paulo. Assim, sua formação se dá em meio a aproximações diversas com artistas como Ana Bella Geiger e Ivan Serpa - com os quais teve aulas no MAM/RJ -, e com os integrantes da escola Brasil:, que frequentou, entre 1970 e 1973. Desde o início, a produção da artista demonstra uma vocação para uma figuração livre – de vertente psicológica – e a prática do retrato, com visitas presenciais e modelo, um procedimento relacionado à fotografia e também ao paisagismo - atividades com as quais se familiarizou cedo, por conta de seus pais. Em 1971, ganha o Prêmio Aquisição no Jovem Arte Contemporânea do MAC/USP, com a obra Natureza Morta, e seu trabalho começa a sintetizar traços mais característicos. Entre 1974 e 1981, continua com uma produção regular. Participa de mostras coletivas como A Trama do Gosto (Pavilhão da Bienal, 1987), O Desenho como Instrumento, (Pinacoteca do Estado de São Paulo,1979) e O que faz você agora, Geração 60? (MAC/USP, 1991). Em 2000 é que realizou exposição individual de pinturas - na galeria Adriana Penteado. Nesse mesmo ano foi artista convidada, com exposição individual, no Centro Cultural São Paulo, e expôs aquarelas no Museu Victor Meireles. Como mostrado recentemente na exposição O Museu Sensível, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, o trabalho de Gilda Vogt também abrange experiências linguísticas.  
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