Adriana Vignoli

Vive e trabalha em Brasília, DF.

Indicada ao Prêmio PIPA 2016.

Possui graduação em Arquitetura e mestrado em Artes Visuais, ambos pela Universidade de Brasília. Entre 2013 e 2014, morou em Berlim e expôs na Nassauischer Kunstverein de Wiesbaden, no Pavilhão na Milchhof, Berlim, e na Hochschule für Bildende Künste Dresden (Faculdade Técnica em Artes Visuais de Dresden). Em 2016, foi contemplada com o prêmio do Salão Mestre D’armas de Planaltina, DF, e foi finalista do Prêmio Transbordada Caixa Cultural de Brasília. Recebeu o Prêmio Nacional da FUNARTE de Arte Contemporânea, 2015. Apresentou exposição individual na Zipper, SP (2017) e Galeria Referência, Brasília (2018). A artista provoca novos conceitos de escultura a partir de materiais como vidro, terra, concreto, incluindo tecnologias digitais e, algumas vezes, a interação com corpos vivos. Elabora fenômenos de objetos autônomos diante de contextos de desmanche que confabulam diferentes temporalidades tencionadas num dado espaço e que procuram, a cada obra, desvincular-se da mímese e propor um novo “devir”.

Obras

Título: ORTO DE UMA BIO ESCULTURA
Ano: 2019
Dimensões: 31,5 x 44cm
Técnica: Colagem com desenho em grafite s/papel, vergalhão e concreto c/ moldura tipo caixa
Título: ONDE A TERRA ACABA
Ano: 2016
Dimensões: Dimensões variáveis
Material: Cerâmica, vidro, terra e madeira.
Duas peças de cerâmica se conectam por tubo de vidro em estrutura diagonal e, tensionadas, equilibram-se. A terra vermelha cai da peça superior e vaza até o chão pelos seus orifícios. A obra recebeu o Prêmio Nacional Funarte de Arte Contemporânea (2015) e participou do Salão Anapolino (2019).
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